Estou escrevendo esse post pois recebi vários e-mails com essa pergunta: Vale a pena comprar a babá eletrônica?
Confesso que quando fiz meu enxoval só comprei pois estávamos planejando mudar para uma cobertura, mas achei MUITO útil, quer dizer acho até hoje!
Nos primeiros dias de vida do Gustavo eu delirava que ele estava chorando toda vez que eu entrava no banho... Aí era só olhar para o monitor e mesmo sem ver a imagem eu via que a luzinha estava verde, ou seja, tudo em silêncio! Pois a minha baba, mesmo se o monitor está apagado fica uma luz verde constante que fica vermelha de acordo com o som emitido no quarto, pode ser pouco vermelho, médio vermelho ou muito vermelho!
Na cozinha, quando estou fazendo qualquer coisa com a torneira ligada, não escuto muito bem os barulhos dele, então a baba está sempre por perto e a noite ela fica no meu criado. Assim, mesmo que ele faça algum barulho consigo saber se ele está dormindo ou acordado.
Não sou nenhuma dessas mães que faz tudo com a Babá eletrônica do lado, a minha fica na cozinha e a noite levo para o quarto! Mas se você quiser ficar com ela colada, como se fosse um celular, não se preocupe, É NORMAL... eu ficava assim no começo!
Existem babás super modernas, com aplicativos de acompanhamento pelo celular... Mas a minha escolhi o modelo indicado pela Marcelina e achei que valeu muito a pena!!
E vocês? Compraram babá eletrônica? Acharam que valeu a pena?
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
A primeira viagem do Gustavo
Segunda-feira fomos a Porto Alegre para o meu marido fazer uma palestra. Toda a viagem foi organizada antes mesmo do Gustavo nascer. Compramos a passagem para mim, meu marido, minha mãe e um bebê com data de nascimento fictícia e assim que ele nascesse trocaríamos a data de nascimento na companhia aérea (assim nos foi instruído pela atendente).
Na consulta do quinta dia já falamos para o pediatra sobre a viagem e a única exigência foi que na aterrizagem o Gustavo estivesse mamando para não sofrer com a pressão no ouvido, (não consegui nem na ida nem na volta, pois ele estava dormindo e não quis acordar nem mamar dormindo).
Como a minha mãe ia com agente a minha maior preocupação no trajeto seria a troca de fraldas, pois o coco da manhã às vezes vaza, mas foi tudo excelente! Na ida trocamos ele três vezes no Aeroporto e na volta apenas uma vez dentro do avião! Ele adorou a viagem, ficou observando tudo e não chorou hora nenhuma, distraiu tanto que nem pediu para mamar quando estava com fome. Parecia um rapaz!
Chegamos e fomos direto almoçar na churrascaria Na Brasa, uma delícia, recomendo! Pois ir ao sul sem comer churrasco gaúcho não pode, né? Como não levamos o carrinho* ele ficou o tempo todo no colo, de olho na comida, não deu trabalho nenhum.
No hotel teríamos outras preocupações pois bebê demanda algumas coisas práticas como berço, banheirinha, esterilizar as mamadeiras... Eu já tinha conseguido uma solução "tabajara" para tudo quando a Marcella, leitora do blog, nos ofereceu* para ficarmos no apart-hotel da rede Adagio. Por coincidência eu já tinha ouvido falar muito bem pois é o hotel que meu pai fica em Paris, eu já sabia que a estrutura dele é bem parecida a de um apartamento (máquina de lavar roupa e louça, secadora, geladeira, microondas, fogão), pois meu pai não fica sem cozinhar nem de férias.
Mas chegando ao hotel a surpresa foi maior ainda, ficamos na cobertura, excelente pois minha mãe estaria por perto e teríamos nossa privacidade no andar de cima com direito a jacuzzi e jardim de inverno. Tudo perfeito! Tinha berço e banheirinha para o Gu (que se livrou de tomar banho de chuveiro no colo da mãe), além de fogão e panela para fervermos bicos e mamadeiras. Minha nota já tinha sido 10 quando fomos tomar o café da manhã... Meu marido é tão exigente que a expressão café da manhã de hotel para ele não faz muito sentido, mas dessa vez achamos tudo perfeito, frutas, pães. bolos, croissant quentinho, brownie, pão de queijo, frios e uma mesa com vários tipos de cereais. Gostamos tanto que além de recomendar ficaremos nele em Curitiba na palestra de Outubro.
* Não levamos carrinho pois como ficaríamos pouco tempo viajando não achei que valeria o risco dele estragar durante a viagem de avião, mas acho que vou providenciar um carrinho mais leve e baratinho para esse tipo de viagem, ele ficou mal acostumado de ficar tanto tempo no colo!
* Nossa diária foi uma cortesia da rede Accor que em 2013 trouxe a marca Adagio de apart-hoteis aqui para o Brasil, para conhecermos os serviços de um hotel combinado ao conforto de um apartamento e conhecerem a nossa opinião.
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| dentro do avião |
Como a minha mãe ia com agente a minha maior preocupação no trajeto seria a troca de fraldas, pois o coco da manhã às vezes vaza, mas foi tudo excelente! Na ida trocamos ele três vezes no Aeroporto e na volta apenas uma vez dentro do avião! Ele adorou a viagem, ficou observando tudo e não chorou hora nenhuma, distraiu tanto que nem pediu para mamar quando estava com fome. Parecia um rapaz!
Chegamos e fomos direto almoçar na churrascaria Na Brasa, uma delícia, recomendo! Pois ir ao sul sem comer churrasco gaúcho não pode, né? Como não levamos o carrinho* ele ficou o tempo todo no colo, de olho na comida, não deu trabalho nenhum.
No hotel teríamos outras preocupações pois bebê demanda algumas coisas práticas como berço, banheirinha, esterilizar as mamadeiras... Eu já tinha conseguido uma solução "tabajara" para tudo quando a Marcella, leitora do blog, nos ofereceu* para ficarmos no apart-hotel da rede Adagio. Por coincidência eu já tinha ouvido falar muito bem pois é o hotel que meu pai fica em Paris, eu já sabia que a estrutura dele é bem parecida a de um apartamento (máquina de lavar roupa e louça, secadora, geladeira, microondas, fogão), pois meu pai não fica sem cozinhar nem de férias.
Mas chegando ao hotel a surpresa foi maior ainda, ficamos na cobertura, excelente pois minha mãe estaria por perto e teríamos nossa privacidade no andar de cima com direito a jacuzzi e jardim de inverno. Tudo perfeito! Tinha berço e banheirinha para o Gu (que se livrou de tomar banho de chuveiro no colo da mãe), além de fogão e panela para fervermos bicos e mamadeiras. Minha nota já tinha sido 10 quando fomos tomar o café da manhã... Meu marido é tão exigente que a expressão café da manhã de hotel para ele não faz muito sentido, mas dessa vez achamos tudo perfeito, frutas, pães. bolos, croissant quentinho, brownie, pão de queijo, frios e uma mesa com vários tipos de cereais. Gostamos tanto que além de recomendar ficaremos nele em Curitiba na palestra de Outubro.
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| Gugu no bercinho do hotel |
* Nossa diária foi uma cortesia da rede Accor que em 2013 trouxe a marca Adagio de apart-hoteis aqui para o Brasil, para conhecermos os serviços de um hotel combinado ao conforto de um apartamento e conhecerem a nossa opinião.
sexta-feira, 5 de setembro de 2014
Atividade física pós-parto
Essa semana, depois de algumas pessoas terem me perguntando para quando era o bebê... (e passarem mais vergonha que eu), voltei a fazer esteira. Fiz 10 minutos a 5 km/h para começar, fiz também abdominal! Poucas e sem forçar muito. Confesso que deu um pouco de aflição, senti alguns incomodos e depois senti o músculo como se eu tivesse feito umas 3 séries de 1.000 abdominais.
Tenho feito há umas duas semanas uma sequencia pós-parto que estou gostando muito, ainda estou no circuito A que é pouco mais de 10 minutos de atividades, acrescentei apenas mais um exercício para o glúteo e alguns alongamentos, total de 16 minutos, sem contar a esteira que farei em dias alternados com o vídeo. Esse vídeo de ginástica da Cindy Crawford eu amo e recomendo! Ela começou a fazer as atividades uma semana depois do parto, provavelmente parto normal...
Eu recebi alta com quase 02 meses. É MUITO IMPORTANTE A LIBERAÇÃO DO MÉDICO ANTES DE QUALQUER ATIVIDADE FÍSICA!
Resolvi fazer os exercícios em casa pois não acho que vale a pena ter que sair para malhar deixando o bebê, mas quem tem academia perto e sem ter que cumprir horário rigoroso, vale a pena. Cuidado com a atividade pesada enquanto estiver amamentando para não prejudicar a produção de leite. E lembrem-se sempre de alimentar bem!
Estou louca para voltar para o ballet, mas vou deixar para pensar isso no próximo ano! por enquanto pendurei as sapatilhas...
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
Enchendo o meu tanque!
Depois de toda aquela aflição em relação ao leite, resolvi recorrer a tudo e a todos... Homeopata, pediatra, enfermeira, chás, encantadora de bebês... e nada! Quer dizer, eu achava que nada.
As últimas semanas foram uma loucura, meu pai ficou doente em outra cidade e precisei sair correndo rumo a quase oito horas de viagem e três aeroportos para encontrar com ele em observação em uma UTI, conclusão: deixei o Gu com a minha mãe e fui tirando o leite para não correr o risco de empedrar e nem do leite acabar.
Meu pequeno, coitado, teve dificuldades para dormir sem o pepeito da mamãe. Foi quando percebemos que durante as mamadas noturnas ele não toma mamadeira, apenas o peito mesmo. Acorda a cada 03 horas, mas toma apenas peito e vai direto para o berço dormindo.
No hotel tirei o leite tranquilamente e concluí que o meu seio esquerdo tinha menos leite, pois saia quase 1/4 da quantidade do seio direito. Mas depois no aeroporto quando tive que tirar o leite com a mão saia muito mais com o seio esquerdo.... Fiquei pensando que talvez o Gu mame mais rápido nele pelo leite sair mais fácil e não pelo volume, mas o que explica a máquina conseguir retirar quase nada de leite dele???
Fiz o teste de dar apenas um seio de cada vez e dar o complemento e ele toma praticamente a mesma quantidade de complemento o que me faz achar que tenho praticamente a mesma quantidade de leite nos dois lados.
Mas o que fiz para tentar aumentar o volume de leite? Bombeei, conforme ensina a encantadora de bebês; tomei chá de funcho, conforme indica o baby center; tomei remédios e fiz massagem... Mas acho que o que deu mais resultado foi dormir e relaxar!
E vc? Já teve problemas com o leite? O que fez?
terça-feira, 19 de agosto de 2014
Eu e minha cicatriz
Semana passada tive minha consulta com a obstetra para me tirar do resguardo, resguardo que segundo ela não segui a risca...
Durante a consulta ela elogiou a cicatriz e me perguntou: -Ficou ótima, né? Quase não dá para ver... Eu, um pouco sem graça, contei para ela que ainda não tinha tido coragem de ver nem de encostar na cicatriz! Como assim? A cicatriz está tão boa que merecia até uma foto no blog, foi o que ouvi da médica.
Não tenho nenhum problema em ter uma marca na barriga, seja ela pequena, invisível ou grande, mas tenho muita aflição de pensar que ali teve um corte e pontos. No dia seguinte do parto, ainda no hospital, a médica chegou e me disse que eu deveria lavar bem a cicatriz na hora do banho com água e sabão, enxaguar muito bem, secar o local e que a enfermeira me faria o curativo, que o ideal era eu tirar o micropore na hora do banho, lavar bem o local e repetir todo o procedimento pelo menos a cada 03 dias. Eu imediatamente falei que não tiraria o micropore e pela cara que fiz minha irmã perguntou se eu queria que ela lavasse o corte para mim na hora do banho. Claro que não, nem ela, nem eu, nem ninguém!
Como não tive opção passei bastante sabão nas mãos, fiz uma grande quantidade de espuma e passei sem sentir o local. Ao sair do banho pressionei a toalha levemente e pronto! Foi tudo que fiz até retirar os pontos 10 dias depois do parto.
No dia de tirar os pontos foi bastante aflitivo, pedi até anestesia, claro que minha irmã que me levou e a médica riram de mim pois até o parto eu queria sem anestesia... A médica colocou o micropore depois e me sugeriu para seguir a mesma rotina antes indicada e nunca por mim feita.
Uns dias depois eu estava conversando com a Sheila e ela disse que não era bom eu manter a cicatriz tampada e me indicou uma pomada kelo-cote, para usar diariamente depois do banho... Pedi minha irmã para comprar a pomada, muito cara por sinal e na hora do banho resolvi tirar aquele esparadrapo. Era como um procedimento cirúrgico! Fechei os olhos, me apoiei na parede do box e pouco a pouco fui tirando o esparadrapo. Depois enxuguei levemente e coloquei quase 1 kg de pomada para que entre meu dedo e a cicatriz tivesse pomada o bastante para que eu não tocasse no corte... Eu chamo assim de corte ou cicatriz apesar do meu marido dizer que ali já não existe corte ou cicatriz. Mesmo com muita aflição enfrentei a gastura e usei a pomada.
Continuo a usar o kelo-cote diariamente depois do banho. Segundo a médica o ideal é que eu use até uns 03 meses ou que eu coloque o micropore e com uma borracha eu faça levemente em cima da cicatriz um movimento de apagar, como se eu apagasse algum texto... claro que não tenho a intenção de fazer, mas quem sabe?
Pode até parecer um drama para alguém que queria parto natural, mas tenho problemas com cortes. Tenho uma cicatriz quase invisível no dedo que não tenho coragem de encostar. Fazer o quê? Talvez seja a maior razão que eu queria fugir de uma cesária, era impossível imaginar que eu poderia ser cortada e costurada.
P.S. É visível que não tenho feito revisão nem relido os post, mas prefiro escrever algo bem informal e cheio de erros que não escrever. Vocês me perdoam, né?
Durante a consulta ela elogiou a cicatriz e me perguntou: -Ficou ótima, né? Quase não dá para ver... Eu, um pouco sem graça, contei para ela que ainda não tinha tido coragem de ver nem de encostar na cicatriz! Como assim? A cicatriz está tão boa que merecia até uma foto no blog, foi o que ouvi da médica.
Não tenho nenhum problema em ter uma marca na barriga, seja ela pequena, invisível ou grande, mas tenho muita aflição de pensar que ali teve um corte e pontos. No dia seguinte do parto, ainda no hospital, a médica chegou e me disse que eu deveria lavar bem a cicatriz na hora do banho com água e sabão, enxaguar muito bem, secar o local e que a enfermeira me faria o curativo, que o ideal era eu tirar o micropore na hora do banho, lavar bem o local e repetir todo o procedimento pelo menos a cada 03 dias. Eu imediatamente falei que não tiraria o micropore e pela cara que fiz minha irmã perguntou se eu queria que ela lavasse o corte para mim na hora do banho. Claro que não, nem ela, nem eu, nem ninguém!
Como não tive opção passei bastante sabão nas mãos, fiz uma grande quantidade de espuma e passei sem sentir o local. Ao sair do banho pressionei a toalha levemente e pronto! Foi tudo que fiz até retirar os pontos 10 dias depois do parto.
No dia de tirar os pontos foi bastante aflitivo, pedi até anestesia, claro que minha irmã que me levou e a médica riram de mim pois até o parto eu queria sem anestesia... A médica colocou o micropore depois e me sugeriu para seguir a mesma rotina antes indicada e nunca por mim feita.
Uns dias depois eu estava conversando com a Sheila e ela disse que não era bom eu manter a cicatriz tampada e me indicou uma pomada kelo-cote, para usar diariamente depois do banho... Pedi minha irmã para comprar a pomada, muito cara por sinal e na hora do banho resolvi tirar aquele esparadrapo. Era como um procedimento cirúrgico! Fechei os olhos, me apoiei na parede do box e pouco a pouco fui tirando o esparadrapo. Depois enxuguei levemente e coloquei quase 1 kg de pomada para que entre meu dedo e a cicatriz tivesse pomada o bastante para que eu não tocasse no corte... Eu chamo assim de corte ou cicatriz apesar do meu marido dizer que ali já não existe corte ou cicatriz. Mesmo com muita aflição enfrentei a gastura e usei a pomada.
Continuo a usar o kelo-cote diariamente depois do banho. Segundo a médica o ideal é que eu use até uns 03 meses ou que eu coloque o micropore e com uma borracha eu faça levemente em cima da cicatriz um movimento de apagar, como se eu apagasse algum texto... claro que não tenho a intenção de fazer, mas quem sabe?
Pode até parecer um drama para alguém que queria parto natural, mas tenho problemas com cortes. Tenho uma cicatriz quase invisível no dedo que não tenho coragem de encostar. Fazer o quê? Talvez seja a maior razão que eu queria fugir de uma cesária, era impossível imaginar que eu poderia ser cortada e costurada.
P.S. É visível que não tenho feito revisão nem relido os post, mas prefiro escrever algo bem informal e cheio de erros que não escrever. Vocês me perdoam, né?
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
Um mês e uma excelente dica!
O tempo passa muito rápido, semana passada fomos na terceira consulta do Gustavo, a consulta de 01 mês!!! A primeira foi com 05 dias, a segunda com 15 e agora com 01 mês...
Tudo ótimo e dentro do esperado, com a inclusão do complemento de LA o peso dele está bom e o crescimento normal para uma criança de percentil 50, ou seja, tudo normal e na média!
De repente no meio da consulta falei algo sobre a mamadeira, pois não estou dando no copinho conforme o médico sugeriu e ele fez uma intervenção que amei e quis compartilhar com vocês! Ele disse: se vocês derem a mamadeira o apego a essa palavra será tanto que quando ele crescer será difícil passar para o copo e largar a mamadeira, o ideal é oferecer sempre o LEITE pois assim a embalagem não terá apego para ele e sim o conteúdo. AMEI...
Quanto a oferecer o leite no copinho, pode até dar certo com outras crianças, mas com ele que é agitado e esfomeado não... ele bate a mão no copo, engasga... morro de medo!
Ele é tão apaixonado com o peito que não acho que ele largará o peito por que está ganhando mamadeira depois. Dou primeiro os dois peitos e só depois que os dois já estão vazios passo para a mamadeira, o que algumas poucas vezes nem é necessário.
Continuo bebendo chá de funcho e tomando o remedinho para aumentar o leite, mas sem ansiedade e cobrança. Meu peito direito sai muuuito leite, mas o esquerdo sai bem pouco e por essa razão ele continuava com fome. Tenho completado e ponto!
Amanhã irei a minha consulta com a obstetra para ver se está tudo bem e quando estarei liberada para voltar a vida normal, quer dizer: dirigir!!! Pois já tenho feito uns alongamentos e exercícios leves para os braços e pernas (leves mesmo, no máximo 10 minutos, sem nenhuma carga, repetição de 08 e sem forçar).
Semana passada tive uma reunião em SP e o Gustavo ficou aqui em casa com a minha mãe. Deixei meu leite para ele tomar na mamadeira e deu tudo certo, apesar de eu olhar as fotos dele a cada segundo.... Nunca imaginei sentir um amor assim, tão grande, tão dependente!
Tudo ótimo e dentro do esperado, com a inclusão do complemento de LA o peso dele está bom e o crescimento normal para uma criança de percentil 50, ou seja, tudo normal e na média!
De repente no meio da consulta falei algo sobre a mamadeira, pois não estou dando no copinho conforme o médico sugeriu e ele fez uma intervenção que amei e quis compartilhar com vocês! Ele disse: se vocês derem a mamadeira o apego a essa palavra será tanto que quando ele crescer será difícil passar para o copo e largar a mamadeira, o ideal é oferecer sempre o LEITE pois assim a embalagem não terá apego para ele e sim o conteúdo. AMEI...
Quanto a oferecer o leite no copinho, pode até dar certo com outras crianças, mas com ele que é agitado e esfomeado não... ele bate a mão no copo, engasga... morro de medo!
Ele é tão apaixonado com o peito que não acho que ele largará o peito por que está ganhando mamadeira depois. Dou primeiro os dois peitos e só depois que os dois já estão vazios passo para a mamadeira, o que algumas poucas vezes nem é necessário.
Continuo bebendo chá de funcho e tomando o remedinho para aumentar o leite, mas sem ansiedade e cobrança. Meu peito direito sai muuuito leite, mas o esquerdo sai bem pouco e por essa razão ele continuava com fome. Tenho completado e ponto!
Amanhã irei a minha consulta com a obstetra para ver se está tudo bem e quando estarei liberada para voltar a vida normal, quer dizer: dirigir!!! Pois já tenho feito uns alongamentos e exercícios leves para os braços e pernas (leves mesmo, no máximo 10 minutos, sem nenhuma carga, repetição de 08 e sem forçar).
Semana passada tive uma reunião em SP e o Gustavo ficou aqui em casa com a minha mãe. Deixei meu leite para ele tomar na mamadeira e deu tudo certo, apesar de eu olhar as fotos dele a cada segundo.... Nunca imaginei sentir um amor assim, tão grande, tão dependente!
domingo, 3 de agosto de 2014
Caiu o umbigo!
"A queda do coto ocorre normalmente entre o quarto e o vigésimo dia, podendo, em alguns casos, ultrapassar trinta dias, sem que haja necessidade de qualquer intervenção." retirado daqui!
No caso do Gustavo (brinco que ele é menino criado com vó, já que a minha mãe tem me ajudado muito e nos primeiros dias apenas ela trocava a fralda, e logo, tratava o umbigo) o umbigo demorou mais de 03 semanas para cair.
A minha mãe, no início, achava que o álcool absoluto machucaria a pele dele e economizava na aplicação do álcool na base do umbigo. Depois que fomos a segunda consulta do pediatra e recebemos a visita da Tia Patrícia (grande amiga e ex-namorada do meu pai) ela começou a acreditar que quanto mais álcool na base do umbigo mais rápido o umbigo secaria sem machucar o Gustavo ela intensificou o trabalho e começou a colocar o álcool a cada troca de fralda.
Mas afinal de contas, como é esse cuidado com o umbigo? Pode ou não tomar banho antes dele cair?
Antigamente as pessoas não molhavam o bebê até o umbigo cair, mas hoje em dia isso não é mais um problema. (Apesar de uma amiga que mora nos EUA ter me dito que lá eles não banham o bebê na água até a queda do umbigo). O cuidado é manter o umbigo limpo e seco e a cada troca de fralda colocar álcool absoluto na base para ajudar o umbigo a secar. Depois do banho também é necessário fazer a limpeza da base com cotonete embebecido no álcool e esperar que ele endureça completamente e caia.
No caso do Gustavo (brinco que ele é menino criado com vó, já que a minha mãe tem me ajudado muito e nos primeiros dias apenas ela trocava a fralda, e logo, tratava o umbigo) o umbigo demorou mais de 03 semanas para cair.
A minha mãe, no início, achava que o álcool absoluto machucaria a pele dele e economizava na aplicação do álcool na base do umbigo. Depois que fomos a segunda consulta do pediatra e recebemos a visita da Tia Patrícia (grande amiga e ex-namorada do meu pai) ela começou a acreditar que quanto mais álcool na base do umbigo mais rápido o umbigo secaria sem machucar o Gustavo ela intensificou o trabalho e começou a colocar o álcool a cada troca de fralda.
Mas afinal de contas, como é esse cuidado com o umbigo? Pode ou não tomar banho antes dele cair?
Antigamente as pessoas não molhavam o bebê até o umbigo cair, mas hoje em dia isso não é mais um problema. (Apesar de uma amiga que mora nos EUA ter me dito que lá eles não banham o bebê na água até a queda do umbigo). O cuidado é manter o umbigo limpo e seco e a cada troca de fralda colocar álcool absoluto na base para ajudar o umbigo a secar. Depois do banho também é necessário fazer a limpeza da base com cotonete embebecido no álcool e esperar que ele endureça completamente e caia.
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